sexta-feira, 22 de maio de 2009
Receita para uma tarde chuvosa
Nossa! É muita chuva. Salvador deve estar chovendo muito mais que a terra de minha mãe, onde tem duas estações, uma em que chove todos os dias e outra em que chove o dia todo ;o)
Pedi a ela ontem pra fazer uns biscoitinhos pra hoje e quando voltei da escola todos os ingredientes estavam separados para que pudéssemos fazer a receita depois do almoço. A chuva foi só um detalhe para deixar os cookies ainda mais deliciosos.
Ah, sim, fizemos meia receita. Rende bastante e vale muuuuuuuito a pena. Calorias? Milhões, na mesma proporção da gostosura dos biscoitos. Mas só vale se for comer sem culpa, hein?! Senão, perde a graça!

Cookie Crocante

Ingredientes:
- 200g de manteiga – temperatura ambiente
- 1 xícara de chá de açúcar (160g)
- 2 ovos
- 2 xícaras (chá) de farinha de trigo peneirada (240g)
- 200g de cobertura de chocolate ao leite, picado

Modo de fazer:
Coloque na batedeira a manteiga juntamente com o açúcar e bata ate obter um creme fofo. Sem parar de bater., junte os ovos um a um. Desligue a batedeira, adicione ao creme de manteiga a farinha de trigo e os pedacinhos de chocolate, misturando bem.
Modele e asse os cookies – Pegue pequenas porções da massa com a ajuda de 2 colheres(chá) e coloque-as numa assadeira untada e enfarinhada, deixando um espaço de 3 a 5 cm entre cada cookies.
Asse em forno médio, pré-aquecido, por cerca de 15 minutos.
Retire os cookies com o auxilio de uma espátula e deixe esfriar sobre uma grade.

Obs1 – as porções devem ser bem pequenas mesmo e espaçadas umas das outras, porque a massa desmancha e espalha na fôrma.

Obs2 – o registro fotográfico tá desorganizado, tosco mesmo, não foi assim que planejei. Mas só tem tu, vai tu mermo ;o)

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sexta-feira, 15 de maio de 2009
Multimídia
Ano passado, mês de outubro. Estávamos eu e minha mãe fazendo umas comprinhas. Enquanto minha mãe escolhia as roupas, eu desenhava. Foi então que a gerente da loja nos informou que os desenhos feitos, se selecionados, fariam parte da próxima coleção. Até aí, tudo bem. Assinei meu desenho, entreguei à moça, o tempo passou e simplesmente esqueci aquela tarde criativa. Aí veio o dia que meu irmão nasceu. Minha mãe às voltas com as mazelas das primeiras horas do pós-operatório, quando o celular tocou. Era a dona da loja com a notícia de que o meu desenho havia sido selecionado e que faria parte da coleção de abril. Hoje fomos buscar o kit que eu ganhei por ter tido o meu desenho selecionado:

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Pra ver a coleção completa, clique aqui

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sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Filha de peixe...
Estou fazendo natação agora. Comecei semana passada, afinal de contas, as férias estão chegando, a Barra do Paraguaçu está aí, à minha espera, tem a piscina aqui do prédio, de modo que natação faz parte do kit básico. Na minha turma de natação tem mais dois coleguinhas do Grupo 4, a Iasmin e o Caio, era mais do que eu precisava pra me sentir em casa. E sem falsa modéstia, parece que estou levando jeito pra coisa. Na segunda aula eu já mergulhava e agora, depois de quatro aulas, eu já nado por debaixo d’água, soltando bolinhas – soltando bolinhas pela boca, é claro! -, além de mostrar desenvoltura com o macarrão, para treinar as pernadas e a prancha, para treinar as braçadas. A aula é diversão pura, passa rapidinho e a gente nem sente que está aprendendo, tudo acontece naturalmente. Meu pai falou que mais um pouquinho e a gente vai dar uns tiros de crawl juntos ;o)

Depois da aula rola sempre um lanche gostoso antes de seguir pro balé. No fim do dia, estou cansada, mas feliz da vida. Minha mãe optou por seguir com as duas atividades no mesmo dia pra eu ter as outras tardes inteiramente livres, pra um cinema, pra brincar no play, ou mesmo descansar.

Final de semana está chegando aí... ÔBA!!!!

Um ótimo fim de semana pra você também!

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sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Irmãos
Quem me conhece há algum tempo sabe que eu tenho dois irmãos bem grandões. Pedro, que tem 17 anos, vai prestar vestibular ano que vem e é muito gato. E Gabriel, que tem 14 anos, é um doce de pessoa, das mais carinhosas que eu tive a felicidade de conhecer. Até eu aparecer no pedaço, Babe (como chamamos Gabriel) era o caçulinha - hehehe aí eu cheguei e acabei com a brincadeira dele. Mas como o mundo dá voltas, tem o meu irmãozinho vindo aí e eu vou deixar de ser a caçulinha. Só não vou perder a majestade... ah, isso, não. Porque do lado do meu pai, eu sou a única menina, a não ser, claro, que Pedro ou meu primo José se adiantem e encomendem uma bisnetinha pra vovó Vandinha (pelamordedeus, nããããããoooo!!!) ;o) Do lado da minha mãe, tem o primo Haile e a prima Zaira, mas é tranquilex, porque nossas idades são muito próximas, a gente acaba brincando mais do que enciumando um do outro.
Então... agora eu fui me dar conta de que eu não vou ter uma irmãzinha. Se bem que 3 irmãos é irmão pra caramba, né?! Mas não vou negar, não. Tem coisa que só menina mesmo, né?! Olha só a falta que faz uma irmã...

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PS: Ontem foi aniversário da vovó Regina e ela nos deu a surpresa e a grande alegria de comemorá-lo em nossa companhia. Vó, tô esperando o bolo, hein?!

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terça-feira, 16 de setembro de 2008
A primeira vez a gente nunca esquece
Pode ser um grandissíssimo clichê, mas é a mais pura verdade. A minha primeira vez foi no sábado, de manhã bem cedinho. A gente saiu de casa, eu ainda estava com fome, íamos dar uma volta e depois tomar café na Perini. O problema estava justamente nessa bendita volta. Quando o papai parou o carro eu reconheci o lugar, porque a mamãe já havia estado lá. Cheguei, fiquei me distraindo com uns brinquedinhos. Achei que era a mamãe que ia de novo, por causa do meu bebê. Ledo engano. Mas eu só percebi quando era tarde demais, chamaram meu nome e lá me levaram pra uma salinha com umas pinturas na parede, só mesmo pra disfarçar a sala de tortura que estava instalada ali. Comecei a chorar, de nervoso mesmo, morrendo de medo. E olha que eu já tinha levado o meu pai e segurado a mão dele pra ele não chorar. Mas quando chegou a minha vez, estava eu lá, no colo da minha mãe, meu pai tentando me distrair e chorando. Isso tudo pra fazer um exame de sangue. Depois que aquela bruxa malvada deu a picadinha não doeu mais, eu parei de chorar. Na verdade, eu tava com medo que fosse doer muito mais do que doeu. Foi a antecipação pra ir pra guilhotina, sabe?! ;o) Durou pouco tempo – muito mais foi a preparação para o abate -, ganhei um copinho e um “Certificado de Coragem” e da mamãe uma caixinha de adesivos de princesas. Aí sim veio a parte boa: o café da manhã na Perini. Suco de laranja, um sanduíche bem gostoso. Também, né?!, fazia um tempão que eu tinha comido alguma coisa. Na volta encontramos vovó voltando do mercado e demos uma carona pra ela. De firula, fiquei umas duas horas sem querer dobrar o braço, com receio que doesse. Mas foi só chegar em casa, lembrar que tinha aniversário na piscina que tudo ficou 100% novamente. E o final de semana foi bom demais. Além do aniversário na piscina, à noite fui à casa da vovó porque mamãe e papai saíram pra jantar com uns amigos e no domingo teve praia, parquinho, almoço no restaurante, picolé de sobremesa, pipoca na casa da vovó... ufa! Cansei!
Uma boa semana pra todos!!!

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quinta-feira, 28 de agosto de 2008
O fim de uma era
Se alguém tinha alguma dúvida se eu havia herdado ou não a veia dramática de minha mãe, depois de um título desse, já não deve ter mais, né?! ;o)
Eu cresci. É fato. Eu cresci.
Foi super tranquilo abrir mão do bubu (chupeta). Das fraldas, diurna e noturna, então, nem se fala. A piece of cake. Só faltava uma coisinha: a mamadeira. Minha mãe já tinha reduzido para apenas duas - não a frequência, o objeto em si. Na última semana eu estava tomando apenas uma por dia. Desde o ano passado a mamadeira havia sido condenada pela dentista, que sugeriu um copo de transição. Na maior boa vontade do mundo, mamãe foi na loja especializada e comprou o tal do copo. Caaaaaaro. Podendo ter comprado um brinquedo... Foram muitas as tentativas, mas a gente não se acertou. O copo, então, ficou lá no cantinho do armário.
Desde a última consulta na pediatra, semana passada, mamãe voltou com a ladainha pra deixar a mamadeira. Ela só não pediu pra eu dar pro meu bebê pra não ter que passar por isso duas vezes... ;o) Mas até o golpe baixo de me oferecer este brinquedo e este brinquedo, em troca de cada uma delas ela fez. ;o) Sem acordo.
Aí na terça de tarde demos uma saída rápida pra comprar um presente pra uma coleguinha de sala que fez aniversário. E eu vi uma daquelas geleinha. Minha mãe já tinha cortado o meu barato com outra que por acidente - é muito importante que isso fique registrado - grudou no teto da sala e do meu quarto. Meu pai entrou em ação. E começou a negociação. Eu sei que no final troquei as duas mamadeiras pela geleinha. Se saí perdendo? Sei não. Já tava na hora das mamadeiras bailarem, né?! Ainda mais agora que vou ser irmã mais velha. Bom, eu estou contente com a minha geleinha e meus pais estão contentes que não tem mais mamadeira. E de mais a mais, dia das crianças tá chegando aí.
Eu confesso, hoje de manhã eu pedi a mamadeira, mas tão logo a mamãe me deu um café da manhã delicioso, eu até esqueci o breve chilique por causa... hum... do que mesmo?





Volta e meia minha mãe me acorda com uma música bem alegre "Good morning, good morning" - o resto eu não entendo muito bem. Ela disse um dia que era de um filme que ela e a vovó Regina gostam muito. Quando o meu primo Haile tava aqui em casa a gente colocou o filme pra ele ver, pois tem uma cena também que ele adora. É uma que o rapaz tá dançando debaixo do maior toró, e aí ele começa a espirrar água pra tudo quanto é lado, parecido como quando eu chego na casa da Vovó Vandinha depois que choveu.
Já sabe de que filme eu estou falando? Não????
Então, clica aqui pra curtir um pouquinho. E esta aqui é a música que a mamãe canta pra mim de manhã.
Muito embora seja de tarde...
Good morning to you and you and you and YOU!! ;o)

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sexta-feira, 7 de março de 2008
Coisa de Menina
Era uma vez um Carocinho beeem pequenininho, mas muito bonitinho... bom, esta estória vocês já conhecem, né?! Pois bem, quando a minha mãe descobriu que o Carocinho era eu, lá ia ela toda faceira para as lojinhas de bebês e mandava ver nos lacinhos de velcro, tic-tacs, prendedores, passadeiras e afins. Eu ainda nem tinha nascido e ela já contava com uma boa coleção desses itens numa caixinha bem mimosa, coisa e tal, capricho de mãe, sabe?! Mas aí, depois de quase 42 semanas, das quais 26 ela já sabia que era a minha pessoinha a caminho (imagina só! 26 semanas de lacinhos, fitas, tic-tacs...), eu cheguei! E cheguei carequíssima!!! ;o) hahaha para a alegria completa e total da minha mãe. E agora, o que fazer com todos aqueles acessórios super-fashion? Claro, não faltaram sugestões e dicas e simpatias para os enfeites ficarem grudados na minha cabecinha nua. Nessas horas como o povo inventa coisa, viu?! Não sei como não passou pela cabeça dela, em seu estado puerperal, experimentar superbonder pra ver se algum lacinho ficava – e provavelmente no dia do meu casamento lá estaria eu, no altar, com o bendito lacinho. Felizmente, com o perdão da cacofonia, escapei de uma atrocidade dessas. Cabelo, cabelo mesmo, eu só fui ter quando eu já estava perto de completar dois anos. Agora, pense numa criatura teimosa. Mas teimosa mesmo. Aliás, mais teimosa do que eu que sou taurina. É a minha mãe. Não tinha vez que eu não saísse que não tivesse um enfeitezinho, mesmo que até a chegada no carro ele já tivesse soltado do meu “cabelo” ou eu mesma o tivesse arrancado, quando adquiri poderes para tanto. O tempo foi passando e com quase quatro anos eu tenho cabelo pra dar em vender. Agora, durma com um barulho desses, vai entender cabeça de mãe. Ela quer porque quer cortar o meu cabelo. Diz que tá grande demais. Meu pai, por precaução, escondeu todas as tesouras da casa. Sei lá. Vai que baixa o espírito de algum Edward Mãos de Tesoura... Melhor nem vacilar.
Fiquem, agora, com uma pequena retrospectiva capilar, desses quase quatro anos de muito shampoo Johnson, spray para desembaraçar, presilhas, grampos, elásticos, tiaras...



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